Golpe De Estado II: O Dia Em Que O STF Roubou A Função Do Legislativo.

Meses atrás o STF aplicou um dos maiores Golpes de Estado que esse país já viu. A inclusão da união homoafetiva e a equiparação da mesma com a união heterossexual (atribuindo a ela “Direitos e Deveres Conjuguais”) vai muito além da mera inclusão e reconhecimento de uma classe. Vejam bem; “O Supremo Federal não tem usurpado a função Legislativa, o que o STF fez foi interpretar a Constituição à luz da sua densa princípiologia (olha como o cara fala, meu Deus do céu). O parágrafo 2° do artigo 5° permite o Judiciário a resolver controvérsias a partir de direitos e garantias implícitos”, afirmou.

Ora, acontece o seguinte: Não se pode haver “direitos e garantias” implícitos contra a letra da própria Constituição. Se a Constituição define o casamento como sendo entre homem e mulher, não tem princípio que possa abolir isso ai, meu Deus do céu. Que princípio implícito? Que direitos e garantias implícitos?
Outra coisa, o direito ao matrimônio ou “união estável” é aplicado ao homem e a mulher de maneira literal, ou seja, uma união para constituir família baseado na REPRODUÇÃO”. Quando aplicado a dois homens ou duas mulheres, não passa de uma figura de linguagem, não é um conceito exato. Agora o sujeito que confunde um termo exato com uma figura de linguagem, definitivamente é um TRAPACEIRO!

O casamento é definido UNIVERSALMENTE como uma relação baseada na DIFERENCIAÇÃO SEXUAL E NA REPRODUÇÃO. Como é que você pode falar casamento, sr. Thiago Fiago, como se ele fosse uma união como qualquer outra? Por exemplo como uma união comercial (sociedade comercial), onde qualquer pessoa pode fazer união com outra, seja ela até do 7° sexo.
Porém a relação matrimonial é baseada na diferenciação de papeis sexuais, onde portanto existe uma atribuição de DIREITOS E DEVERES CONJUGUAIS. Por exemplo, sr. Thiago Fiago, se eu parar de “comer” minha distinta esposa, ela pode ir no juíz e alegar que eu não estou cumprindo o meu dever conjugal. Agora, eu posso ir no juíz e alegar que minha esposa não está me “comendo”? Não! Pois isso está fora das definições dos papeis sociais. Eu tenho a obrigação de desempenhar a função masculina e ela a função feminina. É esta a definição dos Direitos e Deveres Conjuguais, que é a definição mesma do casamento. Agora, numa união homossexual, quem tem qual o dever conjugal? Quem tem o dever de “comer” quem, e quem tem o dever de “dar” para quem? Se o sr. não é capaz de definir isso, então o sr. não pode JAMAIS dizer que isso é uma união matrimonial em igualdade de condições com as uniões estáveis dos casais heterossexuais. Seus amiguinhos do STF estão mentindo, estão trapaceando.. E foram bem pagos pra isso! É pra isso que eles servem. Então essa MERDA de STF, não respeito mais isso, não acato mais ordens dele, podem me processar, podem fazer o que quiser. Não estou nem aí!

Em suma, como eu já havia dito antes, o STF deu um golpe no Legislativo pelos seguintes pontos:

1) “O Supremo incompetentemente “alterou” a Constituição, que, aponta apenas a união entre homem e mulher como núcleo familiar.”

2) “Apenas o Congresso que representa a VONTADE POPULAR da maioria, tem competência para isso. O Brasil reconhece como núcleo familiar homem e mulher.”

3) “É preciso garantir direitos iguais a todos, independentemente “de seu comportamento sexual privado”, mas desde que haja o “cumprimento daquilo que é ordenado pelas leis constitucionais.”

4) “O conceito de igualdade previsto na legislação brasileira estabelece que os cidadãos se dividem quanto ao sexo como “homens e mulheres, que são iguais em direitos e deveres.”

5) “A idéia de um terceiro sexo (decorrente do comportamento social ou cultural do indivíduo), portanto, quando confrontada com a realidade natural e perante a Constituição Material da Sociedade (Constituição da Comunidade Política) não passa de uma ficção jurídica, incompatível com o que se encontra sistematizado no Ordenamento Jurídico Constitucional”,
.

6) “A decisão do Supremo é corporativa e não resprenta os anseios da MAIORIA DEMOCRÁTICA e está fora do “contexto social” brasileiro. O país ainda não vê com “naturalidade” a união homoafetiva, e isto não pode ser imposto, e se quiser ser imposto QUE SEJA PELA VIA DEMOCRÁTICA, E QUE SE DECIDA PELO VOTO (PLEBISCITO).”

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